Estudar cartões misturados
Escolha de onde vêm os cartões e quantos quer estudar: o Farol sorteia cartões de vários baralhos e os embaralha. Vire cada cartão, diga se acertou e, no fim, revise os que errou.
Estudar cartões misturados
20 cartões de 9 baralhos.
⤨ Sortear outros cartõesCartões do baralho
Cartão 1 de 20
Tema 277: Reconhecer os perigos de abandonar princípios após alcançar prosperidade · Abrir o baralho deste cartão
Que outros exemplos bíblicos mostram esse perigo?
Saul, que começou humilde, desobedeceu e ofereceu sacrifício por conta própria (1Sm 13.8-14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Salomão se desviou depois de uma vida de grandes realizações (1Rs 11.4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). E o próprio Ezequias se envaideceu depois de ser curado (2Cr 32.25-26 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 2 de 20
Tema 275: Reconhecer a importância da união diante de desafios coletivos · Abrir o baralho deste cartão
Que outros exemplos bíblicos mostram essa união?
Neemias reconstruiu os muros de Jerusalém com o povo trabalhando junto, cada família num trecho (Ne 4.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Ester pediu que todos os judeus jejuassem com ela antes de se arriscar diante do rei (Et 4.16 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). E a igreja primitiva perseverava unida no ensino, na comunhão e na oração (At 2.42-47 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 3 de 20
Tema 273: Buscar orientação divina diante de ameaças e dificuldades · Abrir o baralho deste cartão
Que outros exemplos bíblicos mostram essa atitude?
Ezequias abriu diante do Senhor a carta ameaçadora da Assíria e orou (2Rs 19.14-19 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Davi, em Ziclague, com tudo perdido, se fortaleceu no Senhor e o consultou antes de agir (1Sm 30.6-8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). E a igreja primitiva, ameaçada pelas autoridades, se reuniu para orar (At 4.23-31 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 4 de 20
Tema 275: Reconhecer a importância da união diante de desafios coletivos · Abrir o baralho deste cartão
Como viver a união diante dos desafios hoje?
- Reunir a família e a igreja para orar nos momentos de crise.
- Incluir crianças e jovens na vida de oração da comunidade.
- Deixar de lado diferenças menores diante de desafios comuns.
- Agir juntos, cada um com a sua parte, depois de orar.
Cartão 5 de 20
Tema 273: Buscar orientação divina diante de ameaças e dificuldades · Abrir o baralho deste cartão
Como buscar a orientação de Deus nas ameaças hoje?
- Levar o medo a Deus em oração antes de reagir.
- Lembrar, na oração, quem Deus é e o que ele já fez.
- Admitir com humildade quando não sabemos o que fazer.
- Esperar a direção de Deus, observando a sua Palavra.
Cartão 6 de 20
Tema 271: Panorama de 2 Crônicas · Abrir o baralho deste cartão
Qual é o propósito de 2 Crônicas?
Mostrar aos que voltaram do exílio que a vida do povo de Deus gira em torno da sua presença e da fidelidade à aliança. O livro avalia os reis de Judá pela forma como buscaram ou abandonaram o Senhor: Deus se deixa encontrar por quem o busca e se afasta de quem o rejeita (2Cr 15.2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Ao mesmo tempo, mostra que o arrependimento é sempre possível, como no caso de Manassés (2Cr 33.12-13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 7 de 20
Tema 272: "Se o meu povo se humilhar" · Abrir o baralho deste cartão
Que detalhes o leitor costuma perder?
A promessa responde diretamente à oração de Salomão e foi dada a Israel, o povo da aliança, ligado à terra e ao templo. Os quatro passos — humilhar-se, orar, buscar a Deus e se converter — formam um só movimento de arrependimento. E a promessa vem acompanhada de uma advertência séria (2Cr 7.19-22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 8 de 20
Tema 280: O decreto de Ciro · Abrir o baralho deste cartão
Em que contexto acontece o decreto de Ciro?
Jerusalém tinha sido destruída, e o povo vivia exilado na Babilônia. O autor de Crônicas explica que a terra descansou durante o exílio, cumprindo a palavra de Jeremias sobre setenta anos (2Cr 36.20-21 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Jr 25.11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Em 539 a.C., Ciro, rei da Pérsia, conquistou a Babilônia, e logo em seguida assinou o decreto.
Cartão 9 de 20
Tema 272: "Se o meu povo se humilhar" · Abrir o baralho deste cartão
Como a passagem aponta para Cristo?
Israel orava voltado para o templo; nós nos voltamos para Cristo, o verdadeiro templo e mediador (Jo 2.19-21 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 1Tm 2.5 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Nele, a promessa de ouvir e perdoar se torna plena: Deus, fiel, perdoa quem confessa os seus pecados (1Jo 1.9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). E a cura mais profunda que ele traz é a do coração.
Cartão 10 de 20
Tema 271: Panorama de 2 Crônicas · Abrir o baralho deste cartão
Por que 2 Crônicas importa hoje?
Porque mostra que Deus responde a quem se humilha, ora e se arrepende. Ensina que a fidelidade precisa durar a vida inteira — vários reis começaram bem e terminaram mal. E termina com esperança: mesmo depois do exílio, Deus abre o caminho de volta.
Cartão 11 de 20
Tema 277: Reconhecer os perigos de abandonar princípios após alcançar prosperidade · Abrir o baralho deste cartão
Como Cristo exerce perfeitamente o sacerdócio real?
Uzias tentou ser rei e sacerdote ao mesmo tempo, sem que Deus o tivesse chamado. Jesus reúne essas duas funções de maneira perfeita e definitiva: Rei da linhagem de Davi e sumo sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque (Sl 110.4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Hb 7.24-26 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Ele não tomou esse lugar por orgulho, mas o recebeu do Pai (Hb 5.5 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 12 de 20
Tema 278: Reconhecer que reformas espirituais exigem mudanças concretas · Abrir o baralho deste cartão
Por que as mudanças concretas importam diante de Deus?
Porque o arrependimento verdadeiro produz fruto. João Batista pediu frutos dignos de arrependimento e deu exemplos práticos a quem perguntava o que fazer (Lc 3.8-14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Tiago lembra que uma fé que não se traduz em ações não tem vida (Tg 2.17 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Palavras de reforma sem mudança de vida não agradam a Deus.
Cartão 13 de 20
Tema 277: Reconhecer os perigos de abandonar princípios após alcançar prosperidade · Abrir o baralho deste cartão
Que atitude errada o episódio mostra?
O orgulho que nasce do sucesso. Uzias prosperou enquanto dependia de Deus, mas a própria prosperidade o levou a pensar que estava acima das regras de Deus. A Lei reservava aos sacerdotes o serviço no altar do incenso (Nm 18.7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A lição é que o sucesso pode levar ao abandono dos princípios que o tornaram possível.
Cartão 14 de 20
Tema 271: Panorama de 2 Crônicas · Abrir o baralho deste cartão
Quem escreveu 2 Crônicas e quando?
O livro é anônimo e continua 1 Crônicas — na Bíblia hebraica, as duas partes formavam uma só obra, atribuída pela tradição judaica a Esdras. Foi escrito depois do exílio, provavelmente entre 450 e 400 a.C., para os judeus que tinham voltado a Jerusalém. Termina com o decreto de Ciro, de 538 a.C., que permitiu a volta (2Cr 36.22-23 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 15 de 20
Tema 279: A reforma de Ezequias e a grande Páscoa · Abrir o baralho deste cartão
Que resposta a passagem pede de nós?
- Aceitar o convite de Deus para voltar a ele.
- Buscar a Deus com sinceridade e obedecer ao modo de adorá-lo que ele revelou, confiando em sua graça diante das nossas falhas.
- Celebrar com alegria a libertação que Cristo nos deu.
- Estender o convite do evangelho a quem está longe.
Cartão 16 de 20
Tema 275: Reconhecer a importância da união diante de desafios coletivos · Abrir o baralho deste cartão
Que atitude o episódio mostra?
União diante de uma ameaça comum. Ninguém enfrentou o perigo sozinho: o povo inteiro, de todas as cidades e idades, se reuniu para buscar a Deus. O relato mostra uma nação unida em oração; a lição é que os desafios coletivos pedem respostas coletivas, com o povo de Deus unido diante dele.
Cartão 17 de 20
Tema 272: "Se o meu povo se humilhar" · Abrir o baralho deste cartão
Que resposta a passagem pede de nós?
- Humilhar-se diante de Deus, reconhecendo os próprios pecados.
- Orar e buscar a presença de Deus, não só as suas bênçãos.
- Abandonar concretamente os maus caminhos.
- Interceder pela igreja e pela sociedade com esperança.
Cartão 18 de 20
Tema 274: Josafá e a batalha vencida com louvor · Abrir o baralho deste cartão
Como a passagem aponta para Cristo?
Na batalha de Josafá, o povo apenas assistiu à vitória que Deus conquistou. Na cruz, Cristo venceu sozinho o pecado, a morte e o diabo, e nós recebemos os frutos da sua vitória (Cl 2.15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 1Co 15.57 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Por isso o louvor é a resposta natural do povo de Deus: celebramos uma vitória já conquistada.
Cartão 19 de 20
Tema 278: Reconhecer que reformas espirituais exigem mudanças concretas · Abrir o baralho deste cartão
Como Cristo realiza a reforma mais profunda?
Jesus purificou o templo, expulsando os vendedores (Jo 2.13-17 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mas a sua obra maior é purificar os corações: nele somos lavados e santificados (1Co 6.11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Quem está em Cristo é nova criação (2Co 5.17 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). As mudanças concretas que fazemos são fruto da transformação que ele começa por dentro.
Cartão 20 de 20
Tema 274: Josafá e a batalha vencida com louvor · Abrir o baralho deste cartão
O que a passagem revela de Deus?
Que ele luta pelo seu povo e é fiel às suas promessas. Revela que ele responde à oração humilde e honra a fé que confia nele antes de ver o resultado. Revela também que a vitória pertence a ele, não à força humana.