Estudar cartões misturados
Escolha de onde vêm os cartões e quantos quer estudar: o Farol sorteia cartões de vários baralhos e os embaralha. Vire cada cartão, diga se acertou e, no fim, revise os que errou.
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Cartão 1 de 20
Tema 174: Jerusalém e Sião · Abrir o baralho deste cartão
Como Jerusalém e Sião nos levam a Cristo?
Jesus foi aclamado ao entrar em Jerusalém, morreu e ressuscitou ali. Por meio dele, os cristãos chegaram ao monte Sião celestial, à cidade do Deus vivo (Hb 12.22-24 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Jesus ensinou que a adoração verdadeira já não depende de um lugar (Jo 4.21-23 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A esperança final é a nova Jerusalém, onde Deus habitará com o seu povo (Ap 21.2-3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 2 de 20
Tema 174: Jerusalém e Sião · Abrir o baralho deste cartão
Onde Jerusalém e Sião aparecem na Bíblia?
Melquisedeque era rei de Salém, provavelmente a mesma cidade (Gn 14.18 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O templo foi construído no monte Moriá, ligado ao lugar onde Abraão ofereceu Isaque (Gn 22.2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 2Cr 3.1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Os salmos celebram Sião como a cidade do grande Rei (Sl 48.1-3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Sl 122 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Foi destruída pelos babilônios (2Rs 25.8-10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Jesus chorou sobre ela e morreu fora dos seus muros (Lc 19.41 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Hb 13.12 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 3 de 20
Tema 190: Demonstrar humildade diante das adversidades e críticas · Abrir o baralho deste cartão
Que outros exemplos bíblicos mostram essa atitude?
Moisés, criticado por Miriã e Arão, não se defendeu; a Bíblia o descreve como o homem mais humilde da terra, e foi Deus quem o defendeu (Nm 12.1-9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Paulo, insultado, respondia com bênção; perseguido, suportava (1Co 4.12-13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 4 de 20
Tema 184: Compreender que o perdão não elimina necessariamente todas as consequências dos erros · Abrir o baralho deste cartão
Qual é o episódio por trás desta lição?
Quando Davi confessou o seu pecado, Natã anunciou que o Senhor o perdoara e que ele não morreria. Mas anunciou também consequências: a espada não se afastaria da sua casa, o mal surgiria de dentro da família e o filho nascido de Bate-Seba morreria (2Sm 12.10-14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 5 de 20
Tema 174: Jerusalém e Sião · Abrir o baralho deste cartão
O que eram Jerusalém e Sião?
Jerusalém era uma cidade cananeia fortificada, habitada pelos jebuseus, sobre colinas entre os territórios de Judá e Benjamim. Sião era a fortaleza da cidade. Davi a conquistou, possivelmente entrando pelo canal de água, e a chamou de Cidade de Davi (2Sm 5.6-9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Por estar entre o norte e o sul, era uma capital que unia as tribos.
Cartão 6 de 20
Tema 189: Valorizar a lealdade das pessoas que permanecem ao nosso lado nas dificuldades · Abrir o baralho deste cartão
Que outros exemplos bíblicos mostram essa lealdade?
Rute, também estrangeira, decidiu não deixar Noemi (Rt 1.16-17 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Paulo, preso, lembra com gratidão de Onesíforo, que o procurou e não se envergonhou das suas cadeias (2Tm 1.16-18 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) — e lamenta Demas, que o abandonou (2Tm 4.10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Saber quem fica nos dias maus revela quem são os verdadeiros amigos.
Cartão 7 de 20
Tema 184: Compreender que o perdão não elimina necessariamente todas as consequências dos erros · Abrir o baralho deste cartão
Por que essa verdade importa diante de Deus?
Porque evita dois erros: achar que o perdão apaga tudo, sem marcas, e achar que as consequências provam que Deus não perdoou. Paulo ensina que colhemos o que plantamos (Gl 6.7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mas, para quem é filho, as consequências não são condenação: são disciplina de um Pai que ama e quer o nosso bem (Hb 12.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Hb 12.10-11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 8 de 20
Tema 192: Reconhecer que o exercício da liderança exige responsabilidade diante de Deus · Abrir o baralho deste cartão
Que atitude de liderança o episódio mostra?
Davi resume o que é governar bem: justiça e temor de Deus. Ele mesmo reconhece que a sua casa não foi assim diante de Deus, mas confia na aliança eterna que o Senhor fez com ele (2Sm 23.5 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O relato mostra um rei que olha para trás com realismo; a lição é que todo líder presta contas a Deus.
Cartão 9 de 20
Tema 188: Não permitir que a ambição pessoal destrua os relacionamentos familiares · Abrir o baralho deste cartão
Como evitar que a ambição destrua a família hoje?
- Examinar os motivos por trás dos nossos projetos.
- Não usar a família como degrau para objetivos pessoais.
- Resolver diferenças com conversas francas, não com intrigas.
- Celebrar o sucesso dos outros, em vez de competir com eles.
Cartão 10 de 20
Tema 190: Demonstrar humildade diante das adversidades e críticas · Abrir o baralho deste cartão
Por que a humildade importa diante de Deus?
Porque Deus se opõe ao orgulho e derrama a sua graça sobre quem se humilha (1Pe 5.5-6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Provérbios ensina que quem ouve a repreensão adquire entendimento (Pv 15.31-32 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Nem toda crítica é justa, mas toda crítica pode nos levar a examinar o coração diante de Deus.
Cartão 11 de 20
Tema 188: Não permitir que a ambição pessoal destrua os relacionamentos familiares · Abrir o baralho deste cartão
Que atitude errada o episódio mostra?
A ambição sem limites. Absalão usou bajulação, aparência e intriga para tomar o lugar do pai, sem se importar em destruir a própria família. Conseguiu até o apoio de Aitofel, o conselheiro de Davi (2Sm 15.12 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O relato mostra um filho que se rebela contra o pai; a lição é que a ambição desmedida trai os laços mais próximos.
Cartão 12 de 20
Tema 190: Demonstrar humildade diante das adversidades e críticas · Abrir o baralho deste cartão
Como demonstrar humildade hoje?
- Ouvir a crítica antes de rebatê-la.
- Perguntar a Deus se há verdade no que foi dito.
- Recusar a vingança, mesmo quando é possível.
- Entregar a Deus a defesa da nossa honra.
Cartão 13 de 20
Tema 181: Bate-Seba · Abrir o baralho deste cartão
Como a vida de Bate-Seba aponta para Cristo?
Bate-Seba está na genealogia de Jesus, lembrada como a que fora mulher de Urias (Mt 1.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mateus não esconde a história de pecado e dor. O Messias nasceu de uma linhagem marcada por injustiça, para mostrar que a graça de Deus transforma o que parecia ruína. Em Cristo, Deus redime histórias feridas.
Cartão 14 de 20
Tema 177: A aliança com Davi · Abrir o baralho deste cartão
Como essa aliança se cumpre em Cristo?
Jesus é o Filho de Davi a quem Deus deu o trono para sempre (Lc 1.32-33 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Pedro explicou que Davi falou da ressurreição de Cristo, e que Jesus, ressuscitado, foi exaltado como Senhor e Cristo (At 2.29-36 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Paulo apresenta Jesus como descendente de Davi e declarado Filho de Deus com poder pela ressurreição (Rm 1.3-4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 15 de 20
Tema 183: Aceitar a correção mesmo quando se ocupa uma posição de autoridade · Abrir o baralho deste cartão
Como aceitar a correção hoje?
- Ouvir até o fim, sem se defender de imediato.
- Perguntar a Deus o que há de verdade na crítica.
- Cercar-se de pessoas que tenham liberdade para nos corrigir.
- Agradecer a quem teve coragem de falar.
Cartão 16 de 20
Tema 187: Reconhecer os perigos do ressentimento acumulado · Abrir o baralho deste cartão
Como vencer o ressentimento hoje?
- Reconhecer a mágoa diante de Deus, sem escondê-la.
- Buscar a justiça pelos caminhos certos, sem vingança.
- Conversar com quem nos feriu, quando for seguro e possível.
- Pedir ajuda pastoral quando a mágoa não passa.
Cartão 17 de 20
Tema 182: O pecado de Davi e o arrependimento · Abrir o baralho deste cartão
Como a passagem aponta para Cristo?
A Lei não previa sacrifício para adultério e assassinato. Como Deus pôde perdoar Davi? Paulo explica que Deus suportou com paciência os pecados do passado em vista da cruz, onde a justiça e o perdão se encontram (Rm 3.25-26 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Paulo cita o Salmo 32 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba), de Davi, para mostrar a felicidade de quem é justificado pela graça, sem obras (Rm 4.6-8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 18 de 20
Tema 185: Reconhecer os próprios pecados sem transferir a responsabilidade · Abrir o baralho deste cartão
Por que essa atitude importa diante de Deus?
Porque Deus perdoa quem confessa, não quem se desculpa. Provérbios ensina que encobrir o pecado impede o bem, e que a misericórdia alcança quem o admite e o deixa (Pv 28.13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). João lembra que negar o pecado é autoengano, e que Deus, fiel, perdoa quem o confessa (1Jo 1.8-9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
Cartão 19 de 20
Tema 185: Reconhecer os próprios pecados sem transferir a responsabilidade · Abrir o baralho deste cartão
Como reconhecer os próprios pecados hoje?
- Confessar a Deus com as palavras certas, sem diminuir o erro.
- Pedir perdão a quem foi prejudicado, sem "mas" nem desculpas.
- Desconfiar do impulso de explicar ou culpar os outros.
- Orar com o Salmo 51 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) nos momentos de queda.
Cartão 20 de 20
Tema 175: Davi leva a arca para Jerusalém · Abrir o baralho deste cartão
O que a passagem revela de Deus?
Que ele é santo: a sua presença é um dom, não um objeto que se manipula, como mostrou a morte de Uzá. E que ele se alegra em habitar no meio do seu povo e abençoar. A adoração verdadeira une reverência e alegria, sem se preocupar com a opinião dos outros.