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Estudar cartões misturados

Escolha de onde vêm os cartões e quantos quer estudar: o Farol sorteia cartões de vários baralhos e os embaralha. Vire cada cartão, diga se acertou e, no fim, revise os que errou.

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20 cartões de 18 baralhos.

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Cartões do baralho

  1. Cartão 1 de 20

    Tema 17: A aliança com Noé · Abrir o baralho deste cartão

    O que Deus prometeu nessa aliança?

    Deus prometeu que nunca mais destruiria toda a vida com as águas de um dilúvio (Gn 9.11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). É uma promessa de preservação: o Senhor vai manter o ciclo das estações e das colheitas enquanto o mundo existir (Gn 8.22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A história seguirá, e Deus dará tempo para que o seu plano de salvação se cumpra.

  2. Cartão 2 de 20

    Tema 43: Não permitir que o sofrimento elimine a disposição de servir · Abrir o baralho deste cartão

    Que atitude o episódio mostra?

    A de quem sofre sem se fechar em si mesmo. José tinha motivos para a amargura: traído pelos irmãos, caluniado, esquecido. Ainda assim, trabalhou com dedicação e percebeu a tristeza no rosto dos companheiros de cela, perguntando o que tinham (Gn 40.6-7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A lição que tiramos do relato: o sofrimento não precisa apagar o desejo de servir.

  3. Cartão 3 de 20

    Tema 16: O dilúvio e o recomeço da humanidade · Abrir o baralho deste cartão

    Onde estamos na história de Gênesis quando vem o dilúvio?

    Depois da queda, o pecado se espalhou: Caim matou o irmão, Lameque se gabou da vingança e a maldade humana chegou a ponto de causar dor a Deus (Gn 4.8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Gn 4.23-24 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Gn 6.5-6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O dilúvio é um dos grandes episódios da primeira parte do livro, que conta a história da humanidade antes de Abraão; depois dele ainda vêm a aliança com Noé e a torre de Babel. A criação, que era boa, estava tomada pela violência (Gn 6.11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  4. Cartão 4 de 20

    Tema 11: Não permitir que a inveja se transforme em violência · Abrir o baralho deste cartão

    Como Cristo vence a inveja?

    Jesus foi vítima da inveja: os líderes o entregaram a Pilatos por inveja (Mc 15.10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e ele não respondeu com vingança (1Pe 2.23 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Na cruz, morreu também pelos invejosos. Nele somos aceitos por Deus pela graça (Ef 1.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e não precisamos mais disputar aprovação com ninguém. O Espírito Santo produz em nós o amor, que é livre da inveja (1Co 13.4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Gl 5.22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  5. Cartão 5 de 20

    Tema 15: Noé e a arca da salvação · Abrir o baralho deste cartão

    Em que Cristo cumpre a figura — e vai além dela?

    A arca era o único lugar seguro quando o juízo caiu; Cristo é o único refúgio diante do juízo de Deus (At 4.12 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mas ele vai além da figura: a arca suportou as águas por fora, enquanto Jesus recebeu sobre si o próprio juízo, sofrendo no lugar dos culpados (1Pe 3.18 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Quem está unido a ele já não enfrenta a condenação (Rm 8.1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  6. Cartão 6 de 20

    Tema 17: A aliança com Noé · Abrir o baralho deste cartão

    Como essa aliança se cumpre em Cristo?

    A paciência de Deus em preservar o mundo abre espaço para a vinda do Salvador. Paulo explica que Deus foi paciente com os pecados cometidos antes da cruz e que, em Jesus, mostra que é justo e torna justo quem crê (Rm 3.25-26 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A terra que Deus prometeu sustentar é o palco onde Cristo nasce, morre e ressuscita, e que um dia será renovada (Rm 8.20-21 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  7. Cartão 7 de 20

    Tema 15: Noé e a arca da salvação · Abrir o baralho deste cartão

    O que a arca significou para os primeiros leitores?

    Para Israel, a arca mostrava que o mesmo Deus que julga o pecado também providencia o caminho de escape. O juízo era real e alcançou o mundo inteiro, mas Deus não abandonou a sua criação: guardou uma família e, com ela, a esperança da promessa feita depois da queda (Gn 3.15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A salvação veio por iniciativa de Deus, não por invenção humana.

  8. Cartão 8 de 20

    Tema 3: A criação e o propósito de Deus · Abrir o baralho deste cartão

    Em que sentido se pode falar de uma aliança já na criação?

    A palavra aliança só aparece em Gênesis com Noé (Gn 6.18 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mas, desde o começo, Deus se liga ao ser humano com bênção, missão, ordem e advertência (Gn 1.28-30 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Gn 2.15-17 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Por isso muitos intérpretes falam de uma aliança da criação; alguns leem nesse sentido a menção a Adão em Oseias, embora a tradução do versículo seja debatida (Os 6.7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O que o texto mostra com clareza é um Deus que cria para ter comunhão.

  9. Cartão 9 de 20

    Tema 39: José do Egito · Abrir o baralho deste cartão

    Qual foi o momento decisivo na vida de José?

    Aos dezessete anos, depois de contar sonhos em que a família se curvava diante dele, foi vendido pelos irmãos invejosos a mercadores que o levaram ao Egito (Gn 37.2-28 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Ali passou pela casa de Potifar e pela prisão. Anos depois, ao interpretar os sonhos do faraó, foi posto sobre toda a terra do Egito (Gn 41.39-41 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  10. Cartão 10 de 20

    Tema 47: O cetro que não se apartará de Judá · Abrir o baralho deste cartão

    Por que essa passagem é difícil de traduzir?

    Uma palavra do hebraico, transliterada como Shiloh (Siló), é obscura. Algumas versões a tratam como nome; outras entendem que o poder ficaria em Judá até vir o seu verdadeiro dono, ou até que os povos lhe trouxessem tributo. Apesar das diferenças de tradução, a leitura messiânica tradicional entende a passagem como promessa de um rei de Judá a quem as nações se submeterão; existem também interpretações não messiânicas da expressão. Ezequiel parece ecoar a passagem ao anunciar que a coroa seria entregue ao seu legítimo dono (Ez 21.27 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  11. Cartão 11 de 20

    Tema 9: A semente da mulher que esmaga a serpente · Abrir o baralho deste cartão

    Em que Cristo cumpre a promessa?

    Nas duas feridas. A serpente feriu o calcanhar: Jesus sofreu e morreu na cruz. Mas foi ali que ele esmagou a cabeça do inimigo: pela morte, tirou o poder daquele que dominava pela morte (Hb 2.14-15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), desarmou os poderes do mal (Cl 2.15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) e acabou com o que o diabo tinha feito (1Jo 3.8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A vitória já foi conquistada e será completa no fim (Ap 20.10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  12. Cartão 12 de 20

    Tema 30: Agar, Ismael e o Deus que vê · Abrir o baralho deste cartão

    Que resposta essa passagem pede de nós?

    Confiar que Deus vê o nosso deserto e ouve o choro que ninguém mais escuta. Pedir que ele abra os nossos olhos para a provisão que já está perto. Tratar com dignidade os que vivem à margem, porque são vistos por Deus. E descansar na promessa cumprida em Cristo, em quem somos filhos livres, e não escravos (Gl 5.1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  13. Cartão 13 de 20

    Tema 33: Rebeca · Abrir o baralho deste cartão

    O que aprendemos com Rebeca?

    Que a generosidade no serviço simples, como dar água a um estranho, pode ser o lugar onde Deus age. Que é preciso coragem para seguir o caminho que Deus abre. Mas também que não precisamos ajudar Deus com métodos errados: ele cumpre as suas promessas sem a nossa mentira. E que a preferência de um filho sobre outro deixa marcas profundas na família.

  14. Cartão 14 de 20

    Tema 28: Sodoma e Gomorra · Abrir o baralho deste cartão

    Como a passagem aponta para Cristo?

    Jesus usa os dias de Ló como imagem da sua volta: a vida seguia normal até o dia em que o juízo caiu de repente (Lc 17.28-30 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Abraão intercedeu pelos justos de Sodoma, mas Cristo faz mais: intercede por pecadores e leva sobre si o juízo que eles mereciam (Rm 5.8-9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Hb 7.25 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Nele, Deus oferece o resgate que tira o culpado do fogo.

  15. Cartão 15 de 20

    Tema 8: A queda e a primeira promessa · Abrir o baralho deste cartão

    O que Deus promete em Gênesis 3.15?

    Inimizade entre a serpente e a mulher, e entre a descendência de uma e a da outra. Um descendente da mulher esmagaria a cabeça da serpente, e ela o feriria no calcanhar (Gn 3.15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A diferença das feridas é o centro da promessa: um golpe na cabeça é mortal, o golpe no calcanhar fere, mas não vence. Deus garante que o mal não teria a última palavra sobre a humanidade.

  16. Cartão 16 de 20

    Tema 22: Os patriarcas: Abraão, Isaque e Jacó · Abrir o baralho deste cartão

    Que livros da Bíblia tratam desse tempo?

    O relato está em Gênesis, dos capítulos 12 a 50; a história de José, filho de Jacó, fecha esse período. O restante da Bíblia volta sempre aos patriarcas: Deus se apresenta a Moisés como o Deus dos três (Êx 3.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), Estêvão resume a história deles (At 7.2-16 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e Paulo e Hebreus os tomam como exemplo de fé (Rm 4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Hb 11.8-22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  17. Cartão 17 de 20

    Tema 2: A criação e os primórdios · Abrir o baralho deste cartão

    Por que o sétimo dia tem um lugar especial no relato?

    Porque é o único dia sem obra nova: Deus descansa, não por cansaço, mas porque a criação está completa, e abençoa e santifica esse dia (Gn 2.2-3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mais tarde, o mandamento do sábado se apoia nesse descanso (Êx 20.11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A carta aos Hebreus vê nele o sinal de um descanso de Deus que continua aberto ao seu povo, e no qual se entra pela fé (Hb 4.9-10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  18. Cartão 18 de 20

    Tema 20: A bênção para todas as famílias da terra em Abraão · Abrir o baralho deste cartão

    Como o Novo Testamento lê essa promessa?

    Paulo ensina que essa promessa já era uma boa-nova antecipada: a Escritura via de longe que Deus aceitaria os não judeus pela fé (Gl 3.8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). E observa que a promessa foi feita a Abraão e ao seu descendente, no singular, que é Cristo (Gl 3.16 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Pedro também a cita aos judeus em Jerusalém, ligando-a a Jesus ressuscitado (At 3.25-26 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  19. Cartão 19 de 20

    Tema 26: A hospitalidade no mundo bíblico · Abrir o baralho deste cartão

    O que era a hospitalidade no mundo antigo do Oriente?

    Era um dever sagrado, não uma gentileza opcional. No deserto e nas estradas sem hospedarias, o viajante dependia de quem o recebesse para ter água, comida, sombra e proteção. Acolher o estrangeiro, lavar-lhe os pés e oferecer refeição era questão de honra para a família; negar abrigo era vergonha. A lei de Israel depois guardaria esse cuidado, lembrando que o povo também fora estrangeiro no Egito (Dt 10.18-19 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

  20. Cartão 20 de 20

    Tema 32: Isaque · Abrir o baralho deste cartão

    O que aprendemos com Isaque?

    Que a vida de fé é recebida como dom, não conquistada. Que a fidelidade discreta, de quem ora, obedece e cava poços sem brigar, também honra a Deus. Que as falhas dos pais podem se repetir nos filhos, se não forem tratadas diante de Deus. E que preferências dentro de casa ferem a família. Ainda assim, as promessas de Deus não dependem da nossa perfeição, mas da fidelidade dele.