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Hamã

Significado do nome

Nome provavelmente de origem persa ou elamita, de sentido incerto; a Bíblia não explica o nome

Posição / vínculo com a Bíblia

Alto oficial da corte persa, filho de Hamedata, o agagita, promovido pelo rei Assuero acima de todos os príncipes; irado porque Mardoqueu não se curvava diante dele, tramou o extermínio de todos os judeus do império e preparou uma forca para Mardoqueu; foi obrigado a honrar publicamente o homem que queria matar e, desmascarado pela rainha Ester, foi enforcado na forca que havia preparado (Et 3–9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba))

Morte

Susã, por volta de 474 a.C., enforcado por ordem do rei Assuero na forca que preparara para Mardoqueu (Et 3.7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Et 7.9-10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba))

Testamento

Antigo Testamento

Grupo

Outros

Síntese histórica

Hamã, filho de Hamedata, o agagita, foi promovido pelo rei Assuero ao posto mais alto da corte persa, e o rei ordenou que todos se curvassem diante dele (Et 3.1-2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Quando o judeu Mardoqueu se recusou a fazê-lo, Hamã se encheu de fúria e decidiu destruir não apenas Mardoqueu, mas todo o povo judeu (Et 3.5-6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Lançou a sorte para escolher o dia do massacre, acusou diante do rei um povo cujas leis eram diferentes e ofereceu uma enorme quantia de prata em troca de um decreto de extermínio, que o rei autorizou (Et 3.7-15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Convidado para os banquetes da rainha Ester, Hamã se encheu de orgulho, mas nada o satisfazia enquanto visse Mardoqueu à porta do rei; por isso, mandou preparar uma forca para ele (Et 5.9-14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Na manhã seguinte, foi obrigado a conduzir Mardoqueu pelas ruas de Susã, vestido com roupas reais, proclamando a honra que o rei lhe concedia (Et 6.1-12 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). No segundo banquete, Ester revelou que ela e o seu povo haviam sido vendidos para morrer e apontou Hamã como o inimigo; o rei mandou enforcá-lo na forca que ele preparara para Mardoqueu (Et 7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O dia que Hamã escolhera para destruir os judeus se tornou o dia do livramento deles, celebrado na festa de Purim, cujo nome vem da sorte que ele lançou (Et 9.1,24-26 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

História

Contexto e origem

Hamã é apresentado como filho de Hamedata, o agagita (Et 3.1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Muitos intérpretes, já desde a tradição judaica antiga e o historiador Flávio Josefo, entendem que "agagita" o liga a Agague, rei dos amalequitas, os inimigos de Israel que atacaram o povo no deserto e contra os quais Deus declarou guerra de geração em geração (Êx 17.8-16; Dt 25.17-19 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Séculos antes, o rei Saul, filho de Quis, da tribo de Benjamim, havia poupado Agague, desobedecendo à ordem de Deus, e o profeta Samuel o executou (1Sm 15.8-9,32-33 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mardoqueu também era benjamita e descendente de um certo Quis (Et 2.5 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e muitos veem no conflito entre Hamã e Mardoqueu o eco dessa antiga inimizade. Outros estudiosos entendem "agagita" como referência a uma região ou família persa. As versões gregas do livro de Ester o chamam de macedônio. O texto bíblico o descreve, sobretudo, como o inimigo dos judeus (Et 3.10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Et 9.10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

A ascensão

O rei Assuero promoveu Hamã, exaltou-o e colocou o seu assento acima de todos os príncipes que estavam com ele (Et 3.1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A Bíblia não diz por que ele recebeu essa honra. Todos os servos do rei que estavam à porta do palácio se curvavam e se prostravam diante de Hamã, porque assim o rei havia ordenado (Et 3.2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

A ofensa

Mardoqueu, porém, não se curvava nem se prostrava. Os servos do rei lhe perguntavam todos os dias por que desobedecia à ordem do rei, e, como ele não os ouvia, contaram a Hamã, para ver se a atitude de Mardoqueu seria tolerada, porque ele lhes havia dito que era judeu (Et 3.3-4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Quando Hamã viu que Mardoqueu não se curvava, ficou cheio de fúria (Et 3.5 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mas achou pouco castigar apenas Mardoqueu: sabendo de que povo ele era, procurou destruir todos os judeus que havia em todo o reino de Assuero (Et 3.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Uma ofensa pessoal se transformou em ódio contra um povo inteiro.

A sorte

No primeiro mês, o mês de nisã, do décimo segundo ano do rei Assuero, lançou-se diante de Hamã o "pur", isto é, a sorte, para escolher o dia e o mês, e a sorte caiu no décimo segundo mês, o mês de adar (Et 3.7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A palavra "pur", de origem babilônica, designava os pequenos objetos usados para tirar a sorte; foi encontrado um dado de argila assírio com uma inscrição que usa essa mesma palavra. O resultado deu aos judeus quase um ano até o dia marcado. O livro de Provérbios lembra que a sorte é lançada no colo, mas toda decisão vem do Senhor (Pv 16.33 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

A acusação

Então Hamã disse ao rei que havia um povo espalhado e disperso entre os povos de todas as províncias do seu reino, cujas leis eram diferentes das de todos os outros povos, e que não cumpria as leis do rei; por isso, não convinha ao rei deixá-lo viver (Et 3.8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Hamã misturou meias verdades com mentiras e nem sequer disse o nome do povo. Pediu que se escrevesse um decreto para destruí-lo e ofereceu dez mil talentos de prata para o tesouro do rei (Et 3.9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), uma quantia enorme; segundo o historiador grego Heródoto, a receita anual de todo o Império Persa não chegava a quinze mil talentos.

O rei tirou do dedo o seu anel de selar e o deu a Hamã, dizendo que guardasse a prata e fizesse com aquele povo o que quisesse (Et 3.10-11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). No décimo terceiro dia do primeiro mês, os escribas escreveram, em nome do rei e selado com o seu anel, o decreto que Hamã ditou: em um único dia, o décimo terceiro do mês de adar, todos os judeus, jovens e velhos, crianças e mulheres, deveriam ser destruídos, mortos e exterminados, e os seus bens, saqueados (Et 3.12-13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O decreto foi enviado às pressas a todas as províncias. E, enquanto o rei e Hamã se sentavam para beber, a cidade de Susã estava perturbada (Et 3.14-15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O orgulho insaciável

Algum tempo depois, a rainha Ester convidou o rei e Hamã para um banquete, e depois para um segundo banquete no dia seguinte (Et 5.4-8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Hamã saiu daquele primeiro banquete alegre e de bom humor; mas, quando viu Mardoqueu à porta do rei, sem se levantar nem demonstrar medo diante dele, encheu-se de ira (Et 5.9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Conteve-se e foi para casa, reuniu os amigos e Zeres, a sua mulher, e lhes contou a glória das suas riquezas, a multidão dos seus filhos, todas as promoções que o rei lhe dera e como fora exaltado acima de todos os príncipes. E acrescentou que até a rainha Ester só convidara a ele para acompanhar o rei no banquete (Et 5.10-12 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mas concluiu: tudo isso não me satisfaz, enquanto eu vir o judeu Mardoqueu sentado à porta do rei (Et 5.13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Zeres e os amigos lhe sugeriram preparar uma forca de cinquenta côvados, cerca de vinte e dois metros de altura, e pedir ao rei, pela manhã, que Mardoqueu fosse enforcado nela; então ele poderia ir alegre ao banquete. A sugestão agradou a Hamã, e ele mandou preparar a forca (Et 5.14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

A humilhação

Naquela noite, o rei não conseguiu dormir, mandou ler as crônicas do reino e descobriu que Mardoqueu salvara a sua vida sem receber nenhuma recompensa (Et 6.1-3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Bem cedo, Hamã chegou ao pátio do palácio para pedir a morte de Mardoqueu. O rei o mandou entrar e lhe perguntou o que deveria ser feito ao homem a quem o rei desejava honrar (Et 6.4-6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Hamã pensou consigo: a quem o rei desejaria honrar mais do que a mim? (Et 6.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). E respondeu que esse homem deveria ser vestido com uma roupa que o próprio rei tivesse usado, montado num cavalo que o rei tivesse montado, com uma coroa real na cabeça, e conduzido pelas ruas da cidade por um dos príncipes mais nobres, que proclamaria diante dele: assim se faz ao homem a quem o rei deseja honrar! (Et 6.7-9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O rei respondeu: depressa, pegue a roupa e o cavalo, como você disse, e faça assim ao judeu Mardoqueu, que está sentado à porta do rei; não deixe de fazer nada do que você falou (Et 6.10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Hamã foi obrigado a vestir Mardoqueu e a conduzi-lo pelas ruas de Susã, proclamando a sua honra (Et 6.11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Depois correu para casa, triste e com a cabeça coberta. Quando contou à mulher e aos amigos o que acontecera, eles lhe disseram: se Mardoqueu, diante de quem você começou a cair, é de origem judaica, você não prevalecerá contra ele, mas certamente cairá diante dele (Et 6.12-13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Enquanto ainda falavam, os oficiais do rei chegaram para levá-lo depressa ao banquete de Ester (Et 6.14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

A queda

No segundo banquete, o rei perguntou de novo a Ester qual era o seu pedido, e ela pediu a sua vida e a vida do seu povo, porque haviam sido vendidos para serem destruídos, mortos e exterminados (Et 7.1-4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Quando o rei perguntou quem ousara fazer isso, Ester respondeu: o adversário e inimigo é este perverso Hamã. E Hamã ficou aterrorizado diante do rei e da rainha (Et 7.5-6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O rei se levantou furioso e saiu para o jardim do palácio. Hamã ficou para implorar pela sua vida à rainha Ester, porque percebeu que o rei já havia decidido a sua desgraça (Et 7.7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Quando o rei voltou, encontrou Hamã caído sobre o divã em que Ester estava reclinada e exclamou: será que ele quer até violentar a rainha na minha presença, dentro do meu palácio? Assim que o rei disse isso, cobriram o rosto de Hamã (Et 7.8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), um gesto que indicava a sua condenação. Harbona, um dos oficiais, lembrou que havia uma forca de cinquenta côvados na casa de Hamã, preparada para Mardoqueu, o homem que falara em defesa do rei. O rei ordenou: enforquem-no nela. Hamã foi enforcado na forca que preparara para Mardoqueu, e a ira do rei se acalmou (Et 7.9-10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Depois da queda

Naquele mesmo dia, o rei deu a Ester a casa de Hamã, e o anel que estava com Hamã foi entregue a Mardoqueu (Et 8.1-2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Um novo decreto permitiu aos judeus se defenderem no dia marcado por Hamã, e, naquele dia, aconteceu o contrário do que os inimigos esperavam: os judeus dominaram os que os odiavam (Et 9.1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Os dez filhos de Hamã estavam entre os mortos (Et 9.7-10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e, a pedido de Ester, os seus corpos foram expostos publicamente (Et 9.13-14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O livro registra que a festa de Purim recebeu esse nome por causa do "pur", a sorte que Hamã havia lançado para destruir os judeus (Et 9.24-26 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Caráter

Hamã aparece na Bíblia como o retrato do orgulho que nunca se satisfaz. Tinha riqueza, filhos, poder e honra, mas a simples recusa de um homem em se curvar diante dele bastava para tirar a sua alegria (Et 5.11-13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O seu orgulho se transformou em ódio, e o ódio contra um homem se estendeu a um povo inteiro (Et 3.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Para alcançar o seu objetivo, usou meias verdades, mentiras e dinheiro (Et 3.8-9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e brindou com o rei enquanto a cidade se desesperava (Et 3.15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A sua vaidade o cegou a ponto de imaginar que todas as honras do reino eram para ele (Et 6.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A sua história ilustra os provérbios: a soberba precede a ruína (Pv 16.18 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)); quem cava uma cova cairá nela (Pv 26.27 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)); o justo é livrado da angústia, e o ímpio cai no seu lugar (Pv 11.8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Legado

Hamã se tornou, na tradição judaica, o símbolo dos inimigos que tentaram destruir o povo de Israel. Durante a leitura do livro de Ester na festa de Purim, é costume fazer barulho com chocalhos sempre que o seu nome é pronunciado, para "apagar" o nome do inimigo. Doces tradicionais da festa também recebem o seu nome. A sua história é lembrada como exemplo de que os planos dos ímpios contra o povo de Deus podem se voltar contra eles mesmos.

Conexão com Cristo

Hamã perguntou a si mesmo a quem o rei desejaria honrar mais do que a ele (Et 6.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Toda a sua vida girava em torno da própria glória. Cristo seguiu o caminho oposto: sendo Deus, não considerou a igualdade com Deus algo a que devesse se apegar, mas esvaziou-se a si mesmo, assumiu a forma de servo e humilhou-se até a morte de cruz; por isso Deus o exaltou acima de todo nome (Fp 2.6-9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Jesus ensinou que todo o que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado (Lc 14.11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e Maria cantou que Deus dispersa os orgulhosos e derruba os poderosos dos seus tronos (Lc 1.51-52 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Hamã é a ilustração viva dessa verdade.

Hamã acusou diante do rei um povo inteiro, misturando meias verdades e mentiras, para conseguir a sua condenação (Et 3.8-9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A Bíblia apresenta Satanás como o acusador, que acusa o povo de Deus dia e noite diante de Deus (Ap 12.10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mas, assim como Ester se colocou diante do rei em favor do seu povo, Cristo é o nosso advogado junto ao Pai (1Jo 2.1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e ninguém pode intentar acusação contra os escolhidos de Deus, porque Cristo morreu, ressuscitou e intercede por eles (Rm 8.33-34 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Hamã preparou um madeiro para matar o justo, mas foi ele mesmo pendurado nele (Et 7.9-10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Na cruz, os poderes do mal pensaram derrotar o Filho de Deus, mas foi ali que eles mesmos foram vencidos: Cristo, por meio da sua morte, destruiu aquele que tinha o poder da morte, isto é, o diabo (Hb 2.14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), despojou os poderes e as autoridades e triunfou sobre eles na cruz (Cl 2.15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Jesus anunciou, pouco antes da sua paixão, que naquela hora o príncipe deste mundo seria expulso (Jo 12.31 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Por fim, Hamã transformou uma ofensa pessoal em ódio contra todo um povo (Et 3.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Jesus ensinou a amar os inimigos e a orar pelos que nos perseguem (Mt 5.43-44 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e, na cruz, derrubou o muro de inimizade que separava judeus e gentios, para criar em si mesmo uma nova humanidade, matando a inimizade (Ef 2.14-16 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). E a confissão de Hamã — nada disso me satisfaz (Et 5.13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) — revela o vazio de um coração que busca satisfação no poder e na glória. Jesus perguntou que proveito tem o homem em ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma (Mc 8.36 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e se ofereceu como o pão da vida, que sacia de verdade quem vem a ele (Jo 6.35 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

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