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Mardoqueu

Significado do nome

Nome de origem babilônica, ligado ao deus Marduk, como era comum entre os judeus nascidos na diáspora; a Bíblia não explica o nome

Posição / vínculo com a Bíblia

Judeu da tribo de Benjamim que vivia em Susã, a capital persa, e criou como filha a sua prima órfã, Ester; salvou a vida do rei Assuero ao denunciar uma conspiração, recusou-se a se curvar diante de Hamã e, quando Hamã decretou o extermínio dos judeus, convenceu Ester a interceder pelo seu povo; honrado pelo rei, tornou-se o segundo homem do império, escreveu o decreto que salvou os judeus e instituiu a festa de Purim (Et 2–10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba))

Nascimento

Provavelmente no Império Persa, numa família de exilados levados de Jerusalém para a Babilônia (Et 2.5-6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba))

Testamento

Antigo Testamento

Grupo

Outros

Síntese histórica

Mardoqueu, filho de Jair, da tribo de Benjamim, vivia em Susã, a capital persa, no reinado de Assuero, e criou como filha a sua prima Ester, que havia perdido o pai e a mãe (Et 2.5-7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Quando Ester foi levada ao palácio e se tornou rainha, Mardoqueu a orientou a não revelar a sua origem e continuou a acompanhá-la de perto (Et 2.10-11,20 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Sentado à porta do rei, descobriu uma conspiração para matar Assuero e a denunciou por meio de Ester, mas não recebeu recompensa (Et 2.21-23 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Quando Hamã foi promovido a principal oficial do império, Mardoqueu se recusou a se curvar diante dele, e Hamã, furioso, conseguiu um decreto para exterminar todos os judeus (Et 3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Mardoqueu vestiu-se de pano de saco, lamentou publicamente e convenceu Ester a arriscar a vida para interceder pelo seu povo, lembrando que talvez ela tivesse chegado ao reino para um momento como aquele (Et 4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Numa noite de insônia, o rei descobriu que Mardoqueu salvara a sua vida, e o próprio Hamã foi obrigado a honrá-lo publicamente (Et 6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Depois da queda de Hamã, Mardoqueu recebeu o anel do rei, escreveu o decreto que permitiu aos judeus se defenderem e se tornou o segundo homem do império (Et 8–9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Com Ester, instituiu a festa de Purim, e o livro termina dizendo que ele buscava o bem do seu povo e falava em favor da paz de todos os seus descendentes (Et 9.20-32 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Et 10.3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

História

Contexto e origem

Mardoqueu era filho de Jair, filho de Simei, filho de Quis, da tribo de Benjamim (Et 2.5 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Os nomes Quis e Simei lembram a família do rei Saul, também benjamita (1Sm 9.1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 2Sm 16.5 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e alguns intérpretes pensam que Mardoqueu descendia dessa família. O texto diz que um membro da sua família fora levado de Jerusalém para o exílio junto com o rei Jeconias, em 597 a.C. (Et 2.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)); como Mardoqueu viveu no tempo de Assuero, mais de cem anos depois, muitos intérpretes entendem que o versículo se refere ao seu antepassado Quis, e não a ele mesmo.

O nome Mardoqueu é de origem babilônica e está ligado ao deus Marduk. Muitos judeus nascidos no exílio recebiam nomes babilônicos ou persas, como Daniel, chamado de Beltessazar, e Ester, cujo nome hebraico era Hadassa. Entre as tabuinhas administrativas encontradas em Persépolis, do início do reinado de Xerxes, há menções a um oficial chamado Marduka, que trabalhava em Susã; alguns estudiosos propõem identificá-lo com o Mardoqueu bíblico, mas a identificação é discutida. Ele não deve ser confundido com outro Mardoqueu, que voltou para Jerusalém com Zorobabel décadas antes (Ed 2.2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O pai adotivo

Mardoqueu criava Hadassa, isto é, Ester, filha do seu tio, porque ela não tinha pai nem mãe; quando os pais dela morreram, ele a tomou como filha (Et 2.7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Quando Ester foi levada ao palácio, entre as jovens reunidas para o rei, Mardoqueu passeava todos os dias diante do pátio da casa das mulheres para saber como ela estava e o que acontecia com ela (Et 2.11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Ele lhe recomendou que não revelasse o seu povo nem a sua família, e Ester continuou a obedecer às suas orientações mesmo depois de se tornar rainha, como fazia quando era criada por ele (Et 2.10,20 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O texto não explica o motivo dessa orientação; muitos entendem que Mardoqueu queria proteger Ester de algum preconceito contra os judeus.

À porta do rei

Mardoqueu estava sentado à porta do rei (Et 2.19,21 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), uma expressão que indica, provavelmente, que ele exercia alguma função administrativa ou judicial no palácio. Ali descobriu que dois oficiais do rei, Bigtã e Teres, irritados, planejavam matar o rei Assuero. Contou o que soubera à rainha Ester, que avisou o rei em nome de Mardoqueu; o caso foi investigado, os dois foram enforcados, e o episódio foi registrado nas crônicas do rei (Et 2.21-23 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mardoqueu salvou a vida do rei, mas não recebeu nenhuma recompensa naquele momento.

A recusa de se curvar

Algum tempo depois, o rei promoveu Hamã, o agagita, acima de todos os seus oficiais e ordenou que todos se curvassem e se prostrassem diante dele. Todos os servos do rei que estavam à porta obedeciam, mas Mardoqueu não se curvava nem se prostrava (Et 3.1-2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Os servos lhe perguntavam todos os dias por que desobedecia à ordem do rei, e ele lhes explicou que era judeu (Et 3.3-4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O texto não explica exatamente o motivo da sua recusa. Os israelitas costumavam se curvar diante dos reis e das autoridades como sinal de respeito (1Sm 24.8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 2Sm 14.4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e por isso muitos intérpretes pensam que a prostração exigida por Hamã tinha caráter de honra quase divina. Outros lembram que Hamã era agagita, isto é, provavelmente descendente de Agague, rei dos amalequitas, povo contra o qual Deus havia declarado guerra perpétua por ter atacado Israel no deserto (Êx 17.14-16; 1Sm 15.8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). As versões gregas do livro de Ester acrescentam uma oração de Mardoqueu, na qual ele diz que não se prostrou para não colocar a glória de um homem acima da glória de Deus.

Quando Hamã viu que Mardoqueu não se curvava, ficou furioso e, sabendo que ele era judeu, decidiu destruir não apenas Mardoqueu, mas todos os judeus do império (Et 3.5-6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Conseguiu do rei um decreto que marcava o extermínio de todos os judeus para o décimo terceiro dia do mês de adar (Et 3.7-15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O clamor de Mardoqueu

Quando Mardoqueu soube de tudo o que acontecera, rasgou as suas roupas, vestiu-se de pano de saco, cobriu-se de cinza e saiu pela cidade, clamando em alta voz e com amargura, até chegar à porta do rei (Et 4.1-2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Ester, ao saber da sua angústia, mandou-lhe roupas, mas ele não as aceitou. Por meio de um servo, Mardoqueu contou a Ester tudo o que acontecera, inclusive a quantia que Hamã prometera pagar ao tesouro do rei, enviou-lhe uma cópia do decreto e pediu que ela fosse ao rei para suplicar pelo seu povo (Et 4.4-8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Quando Ester explicou que poderia morrer se entrasse na presença do rei sem ser chamada, Mardoqueu respondeu com palavras firmes e cheias de fé: não pense que, por estar no palácio do rei, você escapará, só você entre todos os judeus. Porque, se você ficar calada agora, socorro e livramento virão de outra parte para os judeus, mas você e a casa de seu pai perecerão. E quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha? (Et 4.13-14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mardoqueu tinha certeza de que Deus salvaria o seu povo; a questão era se Ester aceitaria fazer parte desse livramento. Quando Ester pediu que os judeus de Susã jejuassem por ela durante três dias, Mardoqueu fez tudo o que ela lhe ordenou (Et 4.15-17 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

A honra inesperada

Depois do primeiro banquete oferecido por Ester, Hamã saiu alegre, mas, ao ver que Mardoqueu, à porta do rei, não se levantava nem demonstrava medo diante dele, encheu-se de ira. Por conselho da mulher e dos amigos, mandou preparar uma forca altíssima para enforcar Mardoqueu (Et 5.9-14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Naquela mesma noite, o rei não conseguiu dormir e mandou ler as crônicas do reino. Leram o registro de como Mardoqueu havia salvado a vida do rei, e o rei perguntou que honra Mardoqueu havia recebido; nenhuma, responderam os servos (Et 6.1-3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Quando Hamã chegou para pedir a morte de Mardoqueu, o rei lhe perguntou o que deveria ser feito ao homem a quem o rei desejava honrar, e Hamã, pensando em si mesmo, sugeriu uma roupa real, um cavalo do rei e uma proclamação pública. O rei mandou que ele fizesse exatamente isso a Mardoqueu, e Hamã conduziu Mardoqueu pelas praças da cidade, proclamando: assim se faz ao homem a quem o rei deseja honrar! (Et 6.4-11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Depois disso, Mardoqueu voltou para a porta do rei, enquanto Hamã correu para casa, triste e com a cabeça coberta (Et 6.12 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O segundo do reino

Depois que Ester denunciou Hamã e ele foi enforcado na forca que preparara para Mardoqueu (Et 7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), o rei deu a Ester a casa de Hamã. Mardoqueu foi apresentado ao rei, porque Ester revelou o parentesco entre eles, e o rei lhe entregou o anel de selar que havia tirado de Hamã; Ester colocou Mardoqueu como administrador da casa de Hamã (Et 8.1-2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Como o decreto contra os judeus não podia ser revogado, o rei autorizou Ester e Mardoqueu a escreverem outro decreto em seu nome. Mardoqueu chamou os escribas e escreveu, em nome do rei e selado com o seu anel, um decreto que permitia aos judeus de todas as cidades se reunirem e se defenderem no dia marcado. O decreto foi enviado às cento e vinte e sete províncias, a cada povo na sua própria língua, por mensageiros montados nos cavalos velozes do rei (Et 8.8-14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Mardoqueu saiu da presença do rei com vestes reais azuis e brancas, uma grande coroa de ouro e um manto de linho fino e púrpura, e a cidade de Susã se alegrou. Para os judeus houve luz, alegria, júbilo e honra (Et 8.15-16 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). No dia do livramento, os oficiais das províncias ajudaram os judeus, porque o respeito por Mardoqueu se espalhara entre eles; Mardoqueu era grande no palácio do rei, e a sua fama crescia em todas as províncias (Et 9.3-4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

A festa de Purim

Depois do livramento, Mardoqueu registrou por escrito esses acontecimentos e enviou cartas a todos os judeus das províncias do rei Assuero, estabelecendo que celebrassem todos os anos os dias catorze e quinze do mês de adar como dias de festa e de alegria, com banquetes, porções de comida enviadas uns aos outros e presentes aos pobres (Et 9.20-22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A festa recebeu o nome de Purim, por causa da sorte que Hamã lançara para destruí-los (Et 9.24-26 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A rainha Ester confirmou essas instruções com toda a autoridade, junto com Mardoqueu (Et 9.29-32 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O fim do livro

O livro de Ester termina falando de Mardoqueu. Todos os atos de poder e de força do rei Assuero e o relato completo da grandeza de Mardoqueu, a quem o rei havia exaltado, estavam escritos nas crônicas dos reis da Média e da Pérsia (Et 10.1-2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Porque Mardoqueu, o judeu, era o segundo depois do rei Assuero, grande entre os judeus e estimado pela multidão dos seus irmãos; ele buscava o bem do seu povo e falava em favor da paz de todos os seus descendentes (Et 10.3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A Bíblia não registra a sua morte. Uma antiga tradição localiza o seu túmulo, junto com o de Ester, na cidade de Hamadã, no atual Irã.

Fé e caráter

Mardoqueu aparece como um homem de grande cuidado e responsabilidade, que adotou a prima órfã e a acompanhou de perto mesmo quando ela entrou no palácio (Et 2.7,11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Foi leal ao rei, a ponto de salvar a sua vida sem esperar recompensa (Et 2.21-23 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), mas se recusou firmemente a se curvar diante de Hamã, mesmo sabendo dos riscos (Et 3.2-4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Diante da ameaça ao seu povo, não se acomodou: lamentou, agiu e chamou Ester à responsabilidade, com uma fé profunda na providência de Deus (Et 4.1,13-14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Quando foi honrado, voltou humildemente ao seu posto (Et 6.12 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e, quando recebeu poder, usou-o para buscar o bem do seu povo e a paz (Et 10.3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Os intérpretes discutem alguns pontos da sua conduta, como a orientação para que Ester escondesse a sua origem e o motivo exato da sua recusa diante de Hamã; mas o livro o apresenta, ao final, como um líder justo e honrado.

Legado

Mardoqueu é lembrado, ao lado de Ester, como o grande responsável pelo livramento dos judeus no Império Persa e pela instituição da festa de Purim, celebrada até hoje. O segundo livro dos Macabeus, um livro deuterocanônico, chama o décimo quarto dia de adar de "dia de Mardoqueu". Como José no Egito e Daniel na Babilônia, Mardoqueu se tornou exemplo de um servo de Deus que, num império estrangeiro, chegou a uma posição de autoridade e a usou em favor do seu povo.

Conexão com Cristo

Mardoqueu tomou como filha uma menina órfã, cuidou dela e a acompanhou de perto (Et 2.7,11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O evangelho revela que Deus fez o mesmo por nós, de modo ainda maior: enviou o seu Filho para que recebêssemos a adoção de filhos, e, porque somos filhos, enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Aba, Pai (Gl 4.4-6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Jesus prometeu aos discípulos: não os deixarei órfãos (Jo 14.18 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Hamã exigiu que todos se curvassem diante dele, e Mardoqueu se recusou (Et 3.2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Os apóstolos, diante das autoridades que os proibiam de falar em nome de Jesus, responderam que era preciso obedecer a Deus antes que aos homens (At 5.29 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). E a história de Hamã termina com uma inversão que aponta para Cristo: o homem que exigia que todos se curvassem diante dele caiu, enquanto o servo humilde foi exaltado. O Novo Testamento anuncia que, diante de Jesus, que se humilhou até a morte de cruz, todo joelho se dobrará e toda língua confessará que ele é o Senhor (Fp 2.8-11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Mardoqueu salvou a vida do rei e não recebeu recompensa; mais tarde, humilhado e ameaçado de morte, foi vestido com roupas reais e honrado diante de todos (Et 2.21-23 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Et 6.11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Et 8.15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Cristo, o servo justo, foi rejeitado e humilhado, mas Deus o exaltou e o fez assentar à sua direita, acima de todo governo e autoridade (Ef 1.20-22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Mardoqueu se tornou o segundo depois do rei e recebeu o anel de selar do rei (Et 8.2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Et 10.3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), assim como José no Egito (Gn 41.40-42 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)); Cristo ressuscitado declarou que toda a autoridade lhe fora dada no céu e na terra (Mt 28.18 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Por fim, Mardoqueu escreveu, em nome do rei, um decreto de vida, que foi levado com urgência a todas as províncias, a cada povo na sua própria língua (Et 8.9-14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Cristo enviou os seus discípulos a anunciar, em seu nome, o arrependimento e o perdão dos pecados a todas as nações (Lc 24.47 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Mt 28.19 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e no dia de Pentecostes pessoas de muitos povos ouviram as grandes obras de Deus cada uma na sua própria língua (At 2.8-11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). E a última palavra do livro de Ester sobre Mardoqueu — ele buscava o bem do seu povo e falava em favor da paz (Et 10.3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) — encontra o seu cumprimento perfeito em Cristo, que veio e anunciou a paz aos que estavam longe e aos que estavam perto (Ef 2.17 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Livros onde aparece

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