Salmos · 19 de 66 · Antigo Testamento
Salmos — Panorama dos temas
1. Apresentação geral do Livro
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Posição na Bíblia: Salmos é o segundo dos livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento, entre Jó e Provérbios. Na maioria das tradições manuscritas da Bíblia Hebraica, ocupa a abertura da terceira grande divisão do cânon, os Ketuvim ("Escritos"). Talvez por isso Jesus, em Lucas 24:44 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba), mencione "a Lei de Moisés, os Profetas e os Salmos". Muitos intérpretes entendem que ali "os Salmos" designam, por extensão, toda essa terceira parte das Escrituras. É o livro mais longo da Bíblia, com 150 composições no cânon hebraico e protestante.
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O nome do livro: em hebraico, Sefer Tehillim, "Livro dos Louvores". O título surpreende, porque a forma mais frequente no Saltério não é o louvor, e sim o lamento. O nome, portanto, não descreve cada página do livro. Descreve o destino para onde ele caminha: o livro começa com a bem-aventurança do justo e termina num louvor sem restrições (Sl 146–150 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O nome grego Psalmoi, adotado pela Septuaginta (a tradução grega do AT, feita entre os séculos III e I a.C.), vem do verbo psallō, "tanger as cordas". Indica poemas cantados com acompanhamento de instrumentos. Daí vem também "Saltério", nome de um instrumento de cordas que passou a designar o livro inteiro.
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Gênero literário: poesia hebraica destinada ao canto, à oração e ao culto. Sua marca principal é o paralelismo, em que a segunda linha de um verso ecoa, contrasta ou desenvolve a primeira. O fenômeno foi sistematizado pelo bispo anglicano Robert Lowth em De Sacra Poesi Hebraeorum (1753), que distinguiu os paralelismos sinonímico, antitético e sintético. O Saltério também tem acrósticos alfabéticos, poemas cujas estrofes ou versos seguem a ordem das letras hebraicas (Sl 25 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 34; 37; 111; 112; 119; 145, e parcialmente 9–10). O Salmo 119 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) é o exemplo máximo: 22 estrofes, uma para cada letra, com oito versos cada. O termo selah, que aparece cerca de 70 vezes no livro, é provavelmente uma indicação musical ou litúrgica, talvez uma pausa ou um interlúdio. Seu sentido exato continua incerto.
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Autoria e composição: os Salmos são uma antologia composta ao longo de cerca de mil anos. O Salmo 90 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) é atribuído a Moisés, e salmos como o 126 e o 137 refletem o exílio babilônico e o retorno. Os títulos hebraicos (sobrescritos) atribuem 73 salmos a Davi, 12 a Asafe (Sl 50 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 73–83), 11 aos filhos de Corá (Sl 42 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 44–49; 84–85; 87–88), 2 a Salomão (Sl 72 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 127), 1 a Hemã (Sl 88 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba), em dupla atribuição com os coreítas) e 1 a Etã (Sl 89 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Cerca de cinquenta são anônimos. Há debate acadêmico sobre o sentido exato da expressão hebraica le-David, que pode significar "de Davi", "para Davi" ou "concernente a Davi". O Novo Testamento, porém, atribui a Davi até salmos que não trazem título: o Salmo 2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) em Atos 4:25 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) e o Salmo 95 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) em Hebreus 4:7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba). Isso mostra que, no tempo de Jesus, o nome de Davi já funcionava como a assinatura do Saltério inteiro.
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Estrutura canônica — os cinco livros: o Saltério é organizado em cinco "livros", cada um encerrado por uma doxologia, isto é, uma breve fórmula de bendição a Deus:
| Livro | Salmos | Doxologia de encerramento | Traço predominante |
|---|---|---|---|
| I | 1–41 | Sl 41:13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) | Salmos de Davi; lamento e confiança pessoal |
| II | 42–72 | Sl 72:18-20 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) | Coreítas e Davi; termina com a oração pelo rei e a nota de que se encerram as orações de Davi |
| III | 73–89 | Sl 89:52 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) | Asafe e coreítas; crise nacional e o aparente colapso da aliança davídica (Sl 89 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) |
| IV | 90–106 | Sl 106:48 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) | Abre com Moisés; resposta à crise: o Senhor reina (Sl 93–99 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) |
| V | 107–150 | Sl 150 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) inteiro | Restauração, peregrinação, Torá e o grande final de louvor |
A tradição judaica já via nessa divisão um paralelo deliberado com a Torá. O Midrash Tehillim, comentário rabínico ao Salmo 1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba), observa que Moisés deu a Israel cinco livros da Lei e Davi lhe deu cinco livros de Salmos. A pesquisa moderna acrescentou outra observação. Gerald H. Wilson, em The Editing of the Hebrew Psalter (1985), mostrou que a ordem dos salmos não é aleatória. Os Livros I–III acompanham a ascensão e a crise da monarquia davídica, que chega ao seu ponto mais sombrio no Salmo 89 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba). Os Livros IV–V respondem a essa crise voltando o olhar para o reinado do próprio Deus e para a esperança de um Rei futuro.
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Tema central: o Deus que reina sobre a criação e sobre a história é também o Deus que ouve. Os Salmos são a resposta do povo da aliança a esse Deus, em todas as estações da vida: alegria, angústia, culpa, perseguição, gratidão, dúvida, confiança e adoração. Nos demais livros, Deus fala ao seu povo. Aqui a Escritura ensina o povo a falar com Deus, e essas palavras humanas foram acolhidas como Palavra inspirada.
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Importância teológica e espiritual: a Igreja sempre tratou os Salmos como escola de oração. Atanásio de Alexandria, na Carta a Marcelino (séc. IV), ensinou que os outros livros falam a nós, enquanto os Salmos falam por nós, como um espelho no qual o leitor reconhece os movimentos da própria alma. João Calvino, no prefácio ao seu Comentário aos Salmos (1557), chamou o livro de "uma anatomia de todas as partes da alma". Martinho Lutero, no prefácio ao Saltério (1528), chamou-o de "pequena Bíblia", porque reúne em forma de oração o conteúdo de toda a Escritura. No século XX, Walter Brueggemann, em The Message of the Psalms (1984), propôs ler o livro em três movimentos da vida de fé: orientação (a vida estável, em que Deus é louvado como Criador e Rei), desorientação (a crise, a dor e o lamento) e nova orientação (a gratidão de quem atravessou a noite e encontrou Deus fiel do outro lado).
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Papel na história da revelação: os Salmos reúnem em oração os grandes eixos do Antigo Testamento: a criação (Sl 8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 104), a aliança com os patriarcas (Sl 105 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), o êxodo (Sl 78 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 114), a Lei (Sl 1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 19; 119), a monarquia davídica e sua promessa (Sl 89 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 132), Sião e o templo (Sl 48 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 84), o exílio (Sl 137 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) e o retorno (Sl 126 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Também projetam uma esperança que ultrapassa a história de Israel: um Rei cujo domínio alcançará as nações (Sl 72 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), um Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque (Sl 110 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) e um louvor que envolve tudo o que respira (Sl 150 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).
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Conexão geral com Cristo: Salmos está entre os livros do Antigo Testamento mais citados no Novo, ao lado de Isaías. O Salmo 110:1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) é o versículo do AT mais citado e aludido no NT, retomado por Jesus (Mt 22:41-45 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), por Pedro no Pentecostes (At 2:34-35 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) e pela Carta aos Hebreus (Hb 1:13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Hebreus 1:5-13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) constrói quase toda a sua demonstração da superioridade do Filho com base nos Salmos (Sl 2:7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 104:4; 45:6-7; 102:25-27; 110:1). O próprio Jesus orou os Salmos na cruz. Ele tomou o início do Salmo 22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) para expressar seu desamparo (Mt 27:46 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Mc 15:34 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) e o Salmo 31:5 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) para entregar o espírito ao Pai (Lc 23:46 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Depois da ressurreição, declarou que as coisas escritas sobre ele nos Salmos precisavam se cumprir (Lc 24:44 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Dietrich Bonhoeffer, em Das Gebetbuch der Bibel (O Livro de Oração da Bíblia, 1940), tirou disso uma consequência forte: os Salmos são, antes de tudo, a oração de Cristo, e a Igreja os ora nele e com ele.
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Nota prática sobre a numeração: a Septuaginta e a Vulgata latina numeram os Salmos de modo diferente do texto hebraico. Elas unem os Salmos 9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) e 10, unem 114 e 115, dividem o 116 e dividem o 147. Por isso, entre os Salmos 10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) e 147, a numeração dessas versões costuma ficar um número atrás da hebraica: o conhecido "Salmo 23 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)" aparece como "Salmo 22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)" em edições que seguem a Vulgata. Além disso, o texto hebraico conta o título do salmo como versículo 1, e as traduções em português geralmente não fazem isso. Assim, a numeração dos versículos pode variar em uma ou duas unidades. Este estudo adota a numeração hebraica, usada pelas traduções Almeida (ARC, ARA, NAA) e pela NVI.
Critério de divisão adotado neste estudo
Para o Saltério, há duas abordagens de divisão legítimas. A primeira segue os cinco livros canônicos. A segunda segue os tipos (gêneros) de salmo. Este estudo adota a segunda, porque o objetivo é organizar o livro por temas, e nos Salmos o tema está estreitamente ligado à forma da oração: quem lamenta, quem agradece, quem confessa e quem aclama o Rei falam de maneiras distintas e tratam de realidades distintas. A estrutura dos cinco livros não é descartada. Ela foi apresentada acima e será retomada na síntese final, porque explica o movimento do Saltério como um todo.
Quatro observações de método:
- A classificação por gêneros tem raiz no trabalho de Hermann Gunkel, Einleitung in die Psalmen (1933), e foi refinada por Claus Westermann (Praise and Lament in the Psalms) e por Brueggemann. Os especialistas não concordam em todos os casos. Muitos salmos são mistos: o Salmo 22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) começa em lamento e termina em louvor, e o Salmo 19 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) une hino à criação e meditação sobre a Lei. Cada salmo foi colocado no bloco de sua forma ou tema predominante.
- As listas de cada bloco são representativas, não exaustivas. Cento e cinquenta salmos não cabem individualmente em doze blocos sem prejuízo da profundidade. Por isso, cada bloco se apoia em seus salmos mais significativos, e os demais aparecem como referências cruzadas e no quadro final de temas.
- Nenhum salmo é partido entre blocos, para respeitar a unidade literária de cada composição.
- A ordem dos blocos segue o arco proposto por Brueggemann. Os blocos 1 a 5 tratam da orientação: o fundamento da Palavra, o louvor ao Criador e ao Rei. Os blocos 6 a 9 tratam da desorientação: lamento, culpa, clamor por justiça e crise nacional. Os blocos 10 a 12 tratam da nova orientação: confiança, gratidão, peregrinação e o louvor final. Esse percurso reproduz o próprio movimento do Saltério, que vai da obediência ao louvor.
2. Sumário — visão panorâmica dos blocos temáticos
| Bloco | Título do agrupamento | Salmos principais | Tema central |
|---|---|---|---|
| 1 | O Pórtico do Saltério: Os Dois Caminhos e o Rei Ungido | Sl 1–2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) | A dupla porta de entrada do livro — o justo que se deleita na Torá e o Rei ungido que reina apesar da revolta das nações; bem-aventurança, juízo e refúgio no Filho |
| 2 | A Palavra que Dá Vida: Torá e Sabedoria | Sl 19 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 37; 49; 73; 112; 119 | A Lei como dom e deleite; a criação e a Escritura como dupla revelação; o enigma da prosperidade dos ímpios; a morte, a riqueza e o destino humano |
| 3 | O Criador Majestoso: Hinos de Louvor | Sl 8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 29; 33; 100; 103; 104; 113; 117; 145 | Louvor ao Deus criador e sustentador; a dignidade humana na criação; a misericórdia que se inclina ao humilde; o convite universal à adoração |
| 4 | O Senhor Reina: Salmos do Reinado de Deus | Sl 47 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 93; 95–99 | O reinado universal do Senhor sobre as águas, as nações e os deuses; adoração e advertência contra a dureza de coração; o juízo que vem com justiça |
| 5 | O Rei Ungido e a Esperança Messiânica | Sl 18 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 20; 21; 45; 72; 89; 101; 110; 132 | A aliança davídica e suas promessas; o rei ideal, justo e protetor dos pobres; a crise da dinastia (Sl 89 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)); o Rei-Sacerdote segundo Melquisedeque |
| 6 | Clamor na Escuridão: Os Lamentos Individuais | Sl 3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 13; 22; 31; 42–43; 88 | A gramática do lamento — queixa, súplica e confiança; o "até quando?"; a sede de Deus; o salmo sem resposta (Sl 88 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)); o Justo Sofredor do Salmo 22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) |
| 7 | O Coração Quebrantado: Os Salmos Penitenciais | Sl 6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 32; 38; 51; 102; 130; 143 | Confissão, perdão e restauração; a bem-aventurança do perdoado; o coração contrito como sacrifício aceito; a redenção abundante que vem do Senhor |
| 8 | O Clamor por Justiça: Os Salmos Imprecatórios | Sl 35 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 58; 69; 109; 137 | O problema moral das imprecações; a entrega da vingança a Deus; o zelo pela casa de Deus; leituras cristãs em diálogo com o ensino de Jesus sobre os inimigos |
| 9 | A Memória de Israel: História e Crise Nacional | Sl 44 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 74; 78; 79; 80; 90; 105; 106; 136 | A história da salvação cantada; a fidelidade de Deus e a infidelidade do povo; os lamentos comunitários diante da derrota e da ruína; a fragilidade humana diante do Eterno |
| 10 | Confiança e Gratidão: O Refúgio e o Livramento | Sl 11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 16; 23; 27; 30; 34; 40; 62; 91; 116; 118; 139 | O Senhor como pastor, rocha e refúgio; a presença que conhece e cerca o ser humano; ação de graças pelo livramento; a pedra rejeitada que se torna angular |
| 11 | A Caminho de Sião: Peregrinação e Cidade de Deus | Sl 46 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 48; 84; 87; 120–134 | Os Cânticos dos Degraus; a subida a Jerusalém; Sião como lugar da presença e da segurança; a comunhão fraterna; o retorno do exílio e a restauração |
| 12 | O Grande Aleluia: O Destino do Louvor | Sl 146–150 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) | O "Hallel" final do Saltério; o Deus que sustenta os fracos; o louvor que envolve céus, terra, povo e instrumentos; tudo o que respira louva ao Senhor |