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Antigo Testamento · Reis

Nabucodonosor

Outros nomes

Nabucodorosor, grafia usada por algumas traduções em Jeremias e Ezequiel, mais próxima do nome babilônico Nabû-kudurri-uṣur; Nabucodonosor II, na numeração dos historiadores

Significado do nome

"Ó Nabu, protege o meu herdeiro" (do acádio Nabû-kudurri-uṣur), etimologia provável

Posição / vínculo com a Bíblia

Rei da Babilônia de 605 a 562 a.C.; conquistou Jerusalém, destruiu o templo e levou Judá para o exílio, instrumento do juízo de Deus segundo os profetas; no livro de Daniel, foi humilhado por Deus e reconheceu o Rei dos céus

Nascimento

Babilônia, provavelmente por volta de 630 a.C.

Morte

Babilônia, em 562 a.C.

Testamento

Antigo Testamento

Grupo

Reis

Síntese histórica

Nabucodonosor, filho de Nabopolassar, foi o maior rei do império neobabilônico. Venceu os egípcios em Carquemis em 605 a.C. (Jr 46.2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) e, no mesmo ano, subiu ao trono, que ocupou por quarenta e três anos. Submeteu Judá, levou para a Babilônia jovens nobres como Daniel e seus companheiros (Dn 1.1-6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), deportou o rei Joaquim em 597 a.C. (2Rs 24.10-16 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) e, depois da revolta de Zedequias, destruiu Jerusalém e o templo, por volta de 586 a.C. (2Rs 25.1-21 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Os profetas o apresentam como o instrumento que Deus usou para julgar o seu povo, chegando a chamá-lo de servo do Senhor (Jr 25.9 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Jr 27.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O livro de Daniel mostra o outro lado dessa história: o soberano mais poderoso do mundo diante do Deus que dá e tira reinos. Nabucodonosor sonhou com uma estátua derrubada por uma pedra (Dn 2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), lançou na fornalha três jovens que não adoraram a sua imagem (Dn 3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) e, por causa do orgulho, foi afastado do convívio humano até reconhecer que o Altíssimo domina sobre os reinos dos homens (Dn 4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

História

Contexto e origem

Nabucodonosor nasceu por volta de 630 a.C., filho de Nabopolassar, um governante caldeu que libertou a Babilônia do domínio assírio e fundou uma nova dinastia em 626 a.C. Com a queda de Nínive em 612 a.C., a disputa pelo controle do Oriente Próximo passou a ser entre a Babilônia e o Egito.

Ainda príncipe herdeiro e comandante do exército, Nabucodonosor derrotou o faraó Neco na batalha de Carquemis, junto ao Eufrates, em 605 a.C. (Jr 46.2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Pouco depois, com a morte do pai, voltou à Babilônia e foi coroado rei. As Crônicas Babilônicas, registros oficiais em escrita cuneiforme hoje no Museu Britânico, descrevem esses acontecimentos e confirmam o quadro apresentado pela Bíblia.

O domínio sobre Judá

Com a vitória sobre o Egito, Judá passou à esfera babilônica. O rei Jeoaquim tornou-se vassalo de Nabucodonosor por três anos e depois se rebelou (2Rs 24.1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Daniel registra que, no terceiro ano de Jeoaquim, Nabucodonosor sitiou Jerusalém, levou parte dos utensílios do templo para a casa do seu deus e mandou escolher jovens de família nobre de Israel para servir no palácio; entre eles estavam Daniel, Hananias, Misael e Azarias (Dn 1.1-7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Jeremias data o mesmo período do quarto ano de Jeoaquim (Jr 25.1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)); a diferença é geralmente explicada pelos modos distintos de contar os anos de reinado na Babilônia e em Judá.

Os profetas leram esses acontecimentos à luz da aliança. Jeremias anunciou que Deus entregaria Judá e as nações vizinhas nas mãos de Nabucodonosor, a quem chamou de servo do Senhor, e que o povo serviria à Babilônia por setenta anos (Jr 25.8-11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Jr 27.6-8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A submissão ao jugo babilônico era, naquele momento, obediência à palavra de Deus (Jr 27.12-17 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

As deportações e a queda de Jerusalém

Em 597 a.C., Nabucodonosor sitiou Jerusalém. O rei Joaquim, filho de Jeoaquim, rendeu-se e foi levado para a Babilônia com a família real, os oficiais, os guerreiros e os artesãos, além dos tesouros do templo e do palácio. Nabucodonosor pôs no trono Matanias, tio de Joaquim, e mudou o seu nome para Zedequias (2Rs 24.10-17 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O profeta Ezequiel estava entre os exilados dessa deportação (Ez 1.2-3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). As Crônicas Babilônicas registram a tomada da cidade em março de 597 a.C.

Zedequias acabou se rebelando, contra a advertência de Jeremias (2Rs 24.20 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Jr 27.12-15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). No nono ano do seu reinado, Nabucodonosor voltou com todo o exército e cercou Jerusalém (2Rs 25.1 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Ezequiel o descreve parado numa encruzilhada, consultando os seus meios de adivinhação para decidir o rumo da campanha (Ez 21.19-22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Depois de um longo cerco e de grande fome, os muros foram rompidos. Zedequias fugiu, foi capturado e levado a Nabucodonosor em Ribla, onde viu os filhos serem mortos antes de ter os olhos vazados e ser levado acorrentado para a Babilônia (2Rs 25.2-7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

No décimo nono ano de Nabucodonosor, por volta de 586 a.C., Nebuzaradã, chefe da sua guarda, queimou o templo, o palácio e as casas de Jerusalém, derrubou os muros e deportou o restante do povo (2Rs 25.8-12 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Nabucodonosor nomeou Gedalias governador dos que ficaram (2Rs 25.22 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) e deu ordem expressa para que Jeremias fosse bem tratado (Jr 39.11-14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Outras campanhas

Ezequiel anuncia que Nabucodonosor, chamado de rei dos reis, viria contra Tiro (Ez 26.7 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Josefo, citando fontes antigas, registra um cerco de cerca de treze anos à cidade. Ezequiel observa que o rei e o seu exército trabalharam duramente contra Tiro sem receber salário, e que Deus lhes daria o Egito como recompensa pelo serviço prestado (Ez 29.17-20 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Ez 30.10 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Também Jeremias anunciou a vinda de Nabucodonosor contra o Egito (Jr 43.10-13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Jr 46.13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O sonho da estátua

No segundo ano do seu reinado, Nabucodonosor teve um sonho que o perturbou e exigiu que os sábios da Babilônia lhe contassem o sonho e a sua interpretação, sob pena de morte (Dn 2.1-13 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Depois de orar com os seus companheiros, Daniel recebeu de Deus a revelação (Dn 2.17-23 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O rei tinha visto uma grande estátua: cabeça de ouro, peito e braços de prata, ventre e coxas de bronze, pernas de ferro e pés de ferro misturado com barro. Uma pedra, cortada sem auxílio de mãos, feriu a estátua nos pés e a reduziu a pó, e a pedra se tornou uma grande montanha que encheu toda a terra (Dn 2.31-35 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Daniel explicou que Nabucodonosor era a cabeça de ouro, a quem o Deus do céu dera o reino, e que depois dele viriam outros reinos, até que Deus levantasse um reino que jamais seria destruído (Dn 2.36-45 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O rei prostrou-se diante de Daniel, reconheceu que o Deus dele era Deus dos deuses e Senhor dos reis, e o pôs como governador da província da Babilônia (Dn 2.46-49 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

A imagem de ouro e a fornalha

Mais tarde, Nabucodonosor mandou erguer uma imagem de ouro de sessenta côvados de altura na planície de Dura e ordenou que todos a adorassem ao som dos instrumentos, sob pena de serem lançados numa fornalha ardente (Dn 3.1-6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, os companheiros de Daniel, recusaram-se. Diante do rei, declararam que o seu Deus podia livrá-los, mas que, ainda que não o fizesse, não serviriam aos deuses dele (Dn 3.16-18 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Furioso, o rei mandou aquecer a fornalha sete vezes mais e lançá-los nela (Dn 3.19-23 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Então viu quatro homens andando soltos no meio do fogo, sem dano, e o aspecto do quarto era semelhante a um filho dos deuses (Dn 3.24-25 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Nabucodonosor os chamou para fora, bendisse o Deus que enviou o seu anjo e livrou os seus servos, e proibiu que se falasse contra Ele (Dn 3.26-30 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

O orgulho e a humilhação

Daniel 4 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba) é escrito em forma de proclamação do próprio rei a todos os povos (Dn 4.1-3 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Nabucodonosor conta que sonhou com uma árvore enorme, que alimentava e abrigava toda a terra, até que um vigia santo desceu do céu e mandou cortá-la, deixando apenas o toco preso com cadeias, até que passassem sobre ele sete tempos (Dn 4.10-17 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Daniel interpretou: a árvore era o próprio rei, que seria afastado dos homens e viveria como os animais até reconhecer que o Altíssimo domina sobre os reinos dos homens e os dá a quem quer. E o aconselhou a abandonar os seus pecados, praticando a justiça e a misericórdia com os pobres (Dn 4.19-27 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Doze meses depois, passeando sobre o palácio real, Nabucodonosor se gloriou da grande Babilônia que construíra com o seu poder e para a glória da sua majestade. Ainda falava quando uma voz do céu anunciou que o reino lhe fora tirado (Dn 4.28-31 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Foi expulso do convívio humano, comeu erva como os bois e viveu ao relento até que os cabelos lhe cresceram como penas de águia e as unhas como garras de ave (Dn 4.32-33 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Ao fim desse tempo, levantou os olhos ao céu, recuperou o entendimento e louvou o Altíssimo, cujo domínio é eterno e cujas obras são verdade e justiça. Foi restabelecido no reino e terminou a proclamação declarando que Deus é capaz de humilhar os que andam com soberba (Dn 4.34-37 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Anos depois, Daniel recordaria essa história ao rei Belsazar (Dn 5.18-21 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

As fontes babilônicas conhecidas não registram esse período. Alguns estudiosos relacionam o relato a um texto encontrado entre os Manuscritos do Mar Morto, a chamada Oração de Nabonido, que atribui uma doença de sete anos a Nabonido, um rei posterior; outros veem nesse texto uma tradição paralela, sem prejuízo do relato bíblico. A questão continua em debate.

O construtor da Babilônia

A arqueologia confirma a vanglória de Dn 4.30 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba): Nabucodonosor transformou a Babilônia numa das cidades mais esplêndidas da Antiguidade. Reconstruiu muralhas, palácios e templos, a grande via processional e a Porta de Ishtar, revestida de tijolos esmaltados com dragões e touros, hoje reconstruída no Museu de Pérgamo, em Berlim. Milhares de tijolos trazem o seu nome estampado, e as suas inscrições se gabam das obras feitas em honra de Marduque, o deus da cidade. Os famosos jardins suspensos lhe são atribuídos por historiadores antigos, mas a sua existência e localização são discutidas.

Morte e sucessão

Nabucodonosor morreu em 562 a.C., depois de quarenta e três anos de reinado. Foi sucedido pelo filho Evil-Merodaque, que tirou Joaquim, rei de Judá, da prisão, deu-lhe lugar de honra e o sustentou à sua mesa pelo resto da vida (2Rs 25.27-30 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Jr 52.31-34 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Tabletes de rações encontrados na Babilônia mencionam Joaquim, rei de Judá, e os seus filhos entre os que recebiam provisões do palácio, confirmando o relato bíblico.

O império que ele consolidou durou pouco depois da sua morte: em 539 a.C., a Babilônia foi tomada por Ciro, rei da Pérsia (Dn 5.30-31 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), que devolveu aos judeus os utensílios do templo levados por Nabucodonosor (Ed 1.7-11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Ed 5.12-15 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Fé e fraquezas

Nabucodonosor aparece como governante capaz, enérgico e cruel, cuja grandeza a própria Escritura reconhece como dada por Deus (Dn 2.37-38 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Jr 27.6 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Seu grande pecado é o orgulho: atribuir a si mesmo o que recebera do Altíssimo (Dn 4.30 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Foi também violento e impulsivo, a ponto de ameaçar de morte todos os sábios do reino (Dn 2.12 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)) e de lançar homens na fornalha por não adorarem a sua imagem (Dn 3.19-20 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Ao mesmo tempo, Daniel registra que ele reconheceu o Deus de Israel em várias ocasiões (Dn 2.47 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Dn 3.28-29 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Dn 4.34-37 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Se essas confissões expressam uma conversão verdadeira, a Escritura não diz; as suas inscrições continuam a honrar Marduque, e os intérpretes se dividem quanto ao alcance da sua fé.

Conexão com Cristo

A pedra cortada sem auxílio de mãos, que destrói a estátua e enche a terra (Dn 2.34-35,44-45 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), é a imagem central do livro de Daniel para o reino eterno de Deus. O Novo Testamento apresenta Jesus como a pedra rejeitada que se tornou a principal da esquina e que esmaga aquele sobre quem cai (Mt 21.42-44 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Lc 20.17-18 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); 1Pe 2.4-8 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e anuncia que o seu reino não terá fim (Lc 1.32-33 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Os impérios humanos, mesmo o de ouro, passam; o reino de Cristo permanece.

Na fornalha, o rei viu um quarto homem caminhando com os fiéis no meio do fogo (Dn 3.25 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). O texto o chama de anjo enviado por Deus (Dn 3.28 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e muitos intérpretes cristãos viram ali uma manifestação do Filho de Deus antes da encarnação. Seja qual for a leitura adotada, a cena aponta para o Deus que está com os seus no meio da provação (Is 43.2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), promessa que Cristo confirma ao garantir que estará com os seus discípulos todos os dias (Mt 28.20 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

A história de Nabucodonosor é também o contraste perfeito com a de Cristo. O rei se exaltou e foi humilhado (Dn 4.30-33 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)); Cristo, sendo Deus, humilhou-se até a morte de cruz e foi exaltado acima de todo nome (Fp 2.6-11 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). Deus resiste aos soberbos e dá graça aos humildes (1Pe 5.5 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), derruba os poderosos dos seus tronos e exalta os humildes (Lc 1.51-52 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Por fim, o exílio que Nabucodonosor impôs a Judá aparece na genealogia de Jesus como um dos marcos da história de Israel (Mt 1.11-12,17 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)). A deportação parecia o fim da linhagem de Davi, mas Deus preservou o rei Joaquim no cativeiro (2Rs 25.27-30 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)), e dessa linhagem nasceu o Messias. No Apocalipse, a Babilônia se torna símbolo de todo poder humano que se levanta contra Deus, e é o Cordeiro quem a vence, porque Ele é Senhor dos senhores e Rei dos reis (Ap 17.14 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba); Ap 18.2 (abre o texto bíblico na Bible.com, em nova aba)).

Ver: Jesus Cristo — o centro das Escrituras

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