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Farol Bíblico
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Daniel

27 de 66 · Antigo Testamento · 12 capítulos

Resumo do livro

O livro inteiro numa visão: origem, propósito, temas e o que ele revela de Cristo.

Daniel — Diante de Nabucodonosor, Daniel interpreta o sonho da grande estátua. A figura que se desfaz sob o impacto da pedra representa a passagem dos reinos humanos e a permanência do reino estabelecido por Deus.
Daniel — Diante de Nabucodonosor, Daniel interpreta o sonho da grande estátua. A figura que se desfaz sob o impacto da pedra representa a passagem dos reinos humanos e a permanência do reino estabelecido por Deus.

Daniel é o livro de quem permaneceu fiel longe de casa e viu, por trás do trono dos impérios, o trono de Deus. Suas páginas alternam cenas de corte na Babilônia e na Pérsia, onde jovens judeus arriscam a vida por lealdade ao Senhor, com visões de feras, chifres, anjos e reinos que sobem e caem. As duas metades contam a mesma história por ângulos diferentes: os reinos humanos são reais, poderosos e às vezes brutais, mas têm prazo; o Reino de Deus não tem.

Temas do livro

O livro organizado por assunto, seguindo o tema mesmo quando ele atravessa a fronteira dos capítulos.

Mapa mental

Os estudos de Daniel numa árvore: toque na bolinha (ou no triângulo, na lista) para abrir os ramos, e no nome para ir ao estudo.

Personagens

Os personagens bíblicos que aparecem em Daniel. Toque no nome para ler a história de cada um.

  • Belsazar

    Reis

    Governante da Babilônia, filho de Nabonido, o último rei babilônio, que lhe confiou o governo da cidade; ofereceu um grande banquete em que bebeu nos utensílios sagrados do templo de Jerusalém enquanto louvava os ídolos, viu uma mão escrever na parede do palácio e ouviu de Daniel a interpretação: o seu reino fora contado, pesado e dividido; morreu naquela mesma noite, quando a Babilônia caiu diante dos medos e persas (Dn 5; Dn 7.1; Dn 8.1)

  • Ciro

    Reis

    Rei da Pérsia, fundador do Império Persa, que conquistou a Babilônia em 539 a.C.; no seu primeiro ano, publicou um decreto permitindo que os judeus exilados voltassem a Jerusalém e reconstruíssem o templo, e devolveu os utensílios sagrados levados por Nabucodonosor; o profeta Isaías o chamou pelo nome, como pastor e ungido do Senhor, usado por Deus para libertar o seu povo, embora não o conhecesse (2Cr 36.22-23; Ed 1; Is 44.28–45.13)

  • Daniel

    Profetas

    Jovem da nobreza de Judá levado para a Babilônia em 605 a.C., que decidiu não se contaminar com a comida do rei; interpretou os sonhos de Nabucodonosor e a escrita na parede no banquete de Belsazar, serviu como alto oficial sob babilônios e persas durante cerca de setenta anos e foi lançado na cova dos leões por continuar orando ao seu Deus; recebeu visões dos quatro reinos, do Filho do Homem, das setenta semanas e da ressurreição; Jesus o chamou de profeta (Dn 1–12; Ez 14.14; Mt 24.15)

  • Dario, o medo

    Reis

    Governante apresentado no livro de Daniel como medo, filho de Assuero, que recebeu o reino da Babilônia aos sessenta e dois anos, depois da morte de Belsazar; nomeou Daniel um dos três administradores do reino; enganado pelos seus oficiais, assinou um decreto que proibia orações a qualquer deus ou homem, exceto ao rei, e lançou Daniel na cova dos leões, mas, ao vê-lo livrado, ordenou a todos os povos que temessem o Deus de Daniel; a sua identidade histórica é discutida (Dn 5.31; Dn 6; Dn 9.1; Dn 11.1)

  • Jeremias

    Profetas

    Profeta de Judá, filho do sacerdote Hilquias, de Anatote; chamado ainda jovem no reinado de Josias, profetizou durante mais de quarenta anos, até a destruição de Jerusalém pelos babilônios; anunciou o juízo e o exílio, foi perseguido, preso e lançado numa cisterna, chorou pelo seu povo e anunciou a nova aliança, com a lei escrita no coração; foi levado contra a vontade para o Egito (Jr 1–52; Mt 2.17-18; Hb 8.8-12)

  • Sadraque, Mesaque e Abede-Nego

    Outros

    Três jovens da nobreza de Judá levados para a Babilônia junto com Daniel; recusaram a comida do rei, oraram com Daniel pela revelação do sonho de Nabucodonosor e foram nomeados administradores da província da Babilônia; quando se recusaram a adorar a estátua de ouro do rei, foram lançados numa fornalha ardente e saíram ilesos, e o próprio rei louvou o Deus deles (Dn 1–3; Hb 11.34)

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